Sempre podemos encontrar motivos para nos sentirmos descontentes, se quisermos. Podemos, também, encontrar argumentos para nos considerarmos afortunados por estarmos vivos. Tudo depende da maneira como cada um vê a existência.
Era uma vez um cavalo que, em pleno inverno, desejava o regresso da primavera. De fato, ainda que agora descansasse tranquilamente no estábulo, via-se obrigado a comer palha seca.
- Ah, como sinto saudades de comer a erva fresca que nasce na primavera! dizia o pobre animal.
A primavera chegou e o cavalo teve sua erva fresca, mas começou a trabalhar bastante porque era época da colheita.
- Quando chegará o verão? Já estou farto de passar o dia inteiro puxando o arado! lamentava-se o cavalo.
Chegou o verão, mas o trabalho aumentou e o calor tornou-se muito forte.
- Oh, o outono! Estou ansioso pela chegada do outono! dizia mais uma vez o cavalo, convencido de que naquela estação terminariam seus males.
Mas no outono teve que carregar lenha para que seu dono estivesse preparado para enfrentar o inverno. E o cavalo não parava de queixar-se e de sofrer.
Quando o inverno chegou novamente, e o cavalo pode finalmente descansar, compreendeu que tinha sido fantasioso tentar fugir do momento presente e refugiar-se na quimera do futuro. Esta não é a melhor forma de encarar a realidade da vida e do trabalho.
É melhor descobrir o que a vida tem de bom momento a momento, vivendo o presente da melhor forma possível.
(Willim J. Bennett)
O reino dos Céus é também semelhante a um que negocia e procura boas pérolas; e tendo achado uma pérola de grande valor, vendeu tudo o que possuía, e a comprou. S. Mat. 13:45 e 46.
Algum tempo atrás, nas Filipinas, ocorreu a morte trágica de um jovem pescador de pérolas em uma das ilhas do Sul. O jovem filipino tinha apenas 18 anos de idade. Ele havia mergulhado no mar e, de alguma forma, uma ostra gigante fechou a concha sobre um dos pés do rapaz, que ali ficou preso até afogar-se. Quando o corpo dele e a ostra foram levados para a superfície, descobriu-se dentro da concha a maior pérola já encontrada. Indubitavelmente, foi vendida por um preço fabuloso, mas o seu preço deve ter sido calculado em mais do que dinheiro. Custou a vida de um jovem!
A pérola de grande valor em nosso texto representa a Cristo e Seu reino. A fim de adquiri-la, devemos entregar a própria vida. Jesus expôs essa verdade assim: "Se você se agarra à sua vida, você a perderá; mas se a desprezar por Mim, você a salvará." S. Mat. 10:39, A Bíblia Viva. Isso parece contraditório, mas na verdade não é. Jesus estava usando "vida" em dois sentidos:
(1) Esta vida terrena, com seus prazeres, relacionamentos sociais e recompensas; e (2) a vida de felicidade por vir, que não terá fim.
Para reflexão...
Oito da noite, numa avenida
movimentada. O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos. O
endereço é novo e ela consultou no mapa antes de sair. Ele conduz o carro. Ela
orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda.
Ele tem certeza de
que é à direita. Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderiam ficar
mal-humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe, então,
que estava errado. Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho
errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há nenhum problema se
chegarem alguns minutos atrasados. Mas ele ainda quer saber:
- Se tinhas tanta
certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devias ter insistido um
pouco mais... E ela diz: - Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz.
Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a
noite!
MORAL DA HISTÓRIA:
Esta pequena história foi contada
por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do
trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para
demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não.
Desde que ouvi
esta história, tenho me perguntado com mais frequência: 'Quero ser feliz ou ter
razão?' Outro pensamento parecido, diz o seguinte: 'Nunca se justifique. Os
amigos não precisam e os inimigos não acreditam. Passe este e-mail aos seus
amigos, para ver se o mundo melhora...
Eu já decidi... EU QUERO SER FELIZ e
você?
"Nunca se justifique. Os
amigos não precisam e os inimigos não acreditam. "
Se deixar de lado seu amor pelo dinheiro e jogar fora seu ouro fino ganho desonestamente, então o próprio Deus, o Todo-poderoso, será a sua riqueza, o seu ouro e a sua prata. Jó 22:24 e 25 (A Bíblia Viva).
O Estado de Idaho, onde moro, é popularmente conhecido como o "Estado-Gema" por causa de seus ricos depósitos minerais. Em 1860, o capitão E. D. Pierce descobriu ouro no ribeiro Orofino.
A notícia da rica descoberta desencadeou uma corrida do ouro para a região, que na época fazia parte do Território do Oregon. Dois anos mais tarde, descobriu-se mais ouro na área que agora se chama Vale do Tesouro.
Subseqüentemente, uma forma curiosa de extrair ouro foi usada com sucesso ao longo do rio Snake. Sabia-se por muito tempo que grandes quantidades de partículas de ouro desciam pelos rios e ribeiros, vindas de montanhas que produziam o minério, e eram depositadas no cascalho e no leito de várias correntes d'água no Estado.
Um homem empreendedor ligou uns tubos de sucção, acionados por máquinas a vapor, a barcas que atravessavam para lá e para cá essas correntes. Os tubos puxavam cascalho e areia para o convés.
O material então corria por uma calha, e o cascalho aurífero era recolhido sobre mesas cobertas com bacias de cobre. Ali o precioso minério era amalgamado com mercúrio e posteriormente recuperado. As pedras brutas e cascalhos maiores eram jogados de volta para o rio.
Os homens têm percorrido distâncias extraordinárias para conseguir ouro, sacrificando por vezes a própria vida nessa busca. O ouro, ou aquilo que ele representa - riqueza material - exerce um tipo de fascínio hipnótico sobre muitas mentes, levando-as a agir de modo irracional.
Dois jovens estavam ocupados na prospecção perto de Placerville. Eram irmãos carnais e sempre se haviam dado bem, mas um dia ambos viram uma pepita de ouro ao mesmo tempo. Os dois correram para pegá-la. Ocorreu uma luta corporal e acabaram matando-se um ao outro.
Não vale a pena perder a vida por nenhum bem deste mundo - ainda mais a vida eterna.
Se as riquezas materiais estiverem exercendo uma fascinação desordenada sobre você, atente para o conselho de Elifaz: jogue-as entre as pedras dos ribeiros e permita que Deus seja o seu ouro.